Pesquisar este blog

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Copa SP 2012: Técnico do Nacional quer equipe rápida para surpreender adversários


Após realizar alguns amistosos, o Nacional foca agora nos trabalhos visando a parte física para a 43ª Copa São Paulo de Futebol Júnior, no qual o time se encontra no Grupo T, ao lado do atual vice-campeão Bahia, Caxias (RS) e Americana. O intuito da comissão técnica é aprimorar este aspecto e no final deste mês definir qual será a melhor formação tática.

Paulo Tognasini, técnico do Nacional, explicou como pretende montar a formação titular. “Vamos marcar forte, jogar em velocidade e no erro do adversário. Por isso que estamos aprimorando o físico dos atletas neste momento, assim conseguiremos impor um estilo rápido e envolvente quando atacar”, relatou.

O comandante irá usar como exemplo a atual campeã da Série B, Portuguesa: sem um atacante fixo na área, com dois jogadores rápidos pelas pontas. “Devo colocar o Bira e o Jefferson pela boa movimentação que demonstraram e o Ronaldo virá de trás, sempre encostando nos dois, nos contra ataques”, informou Tognasini.

Segundo Paulo, a expectativa é muito boa em chegar à grande decisão, primeiramente pela tradição do Nacional nesta competição e no elenco qualificado que ele construiu.

Fonte: http://www.futebolpaulista.com.br/info_texto.php?cod=54444

sábado, 5 de novembro de 2011

Copa SP 2012: Atacante do Nacional usará amistosos para se firmar no time titular

Após o término do primeiro tempo no amistoso entre Nacional e São Caetano realizado na manhã desta sexta-feira no Estádio Nicolau Alayon, o atacante Bira, de 17 anos, que começou como titular e jogou apenas o primeiro tempo comentou o seu desempenho e o que espera da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2012.

O atleta que está há dois anos no Nacional admitiu que esteve nervoso, mas conseguiu desenvolver um futebol que agradou ao técnico Paulo Tognasini. “No começo é aquela afobação normal de quem procura mostrar serviço, porém me tranquilizei e me movimentei como o treinador pediu. O São Caetano possui uma equipe forte, que marca bem e na minha opinião, foi um jogo bastante proveitoso”, afirmou Bira.

Segundo o atacante o seu principal objetivo é se dedicar na preparação e almejar a equipe titular e posteriormente integrar o elenco que estará no Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Bira acredita que fará uma boa Copinha e aparecerá para o futebol. “O Nacional é o meu primeiro clube na carreira e quero fazer história a partir desta competição”, finalizou.

Copa SP 2012: Promovendo vários testes, Nacional e São Caetano fazem amistosos

Em preparação visando a Copa São Paulo de Futebol Júnior do ano que vem, Nacional e São Caetano realizaram na manhã desta sexta-feira, no Estádio Nicolau Alayon, um amistoso vencido pelo time do ABC por 1 a 0. Independentemente do resultado, ambos os lados aprovaram a partida e mostraram-se animados com o desempenho na competição. Em boa parte os treinadores utilizaram jogadores reservas, que disputam uma vaga na formação titular.

Na visão de Paulo Tognasini, técnico do Nacional, é importante ter este tempo para testar com paciência outras opções táticas. “Creio que até o final deste mês posso consolidar a melhor escalação, por isso que sempre acho bom disputarmos vários amistosos possíveis contra concorrentes ao título do campeonato”, relatou.

O treinador da equipe da Capital falou que os atletas estiveram nervosos no começo, mas conseguiram baixar a adrenalina no decorrer do jogo. “Eles acharam que seria a última oportunidade de ganhar posição, mas depois perceberam que não adiantava atuar com pressão e equilibraram naturalmente. No final o rendimento me deixou satisfeito, posso ficar tranquilo para montar o time ideal”, ressaltou Tognasini.

Carlão, técnico do São Caetano, comentou o trabalho a longo prazo e gostou do que analisou no jogo treino. “Temos 30 atletas no elenco, a finalidade é oferecermos oportunidade para demonstrar seu talento nesta preparação e a avaliação é positiva, já que entraram com vontade e muita tranquilidade”, afirmou.

O comandante destacou que o time colocou em prática as jogadas ensaiadas e espera que o entrosamento venha o quanto antes. “Foi interessante o domínio que tivemos nas ações ofensivas, criamos algumas chances de gol, estou entusiasmado tenho certeza que faremos uma grande campanha na Copa São Paulo”, contou Carlão.

Paulo esteve presente na campanha que levou o Nacional à final da Copa São Paulo, em 2005, quando na ocasião perdeu para o Corinthians por 3 a 1 e aceitou regressar ao clube. “O presidente fez o convite e não pensei duas vezes. Sempre cheguei entre os quatro primeiros da competição e espero repetir este feito em 2012. Tenho um carinho especial pelo Nacional e vejo que estamos no caminho certo”, acredita o comandante.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Copa SP 2012: Nacional se prepara com jogadores que disputaram a Segunda Divisão

A temporada de 2011 está na sua reta final e o Nacional pretende esquecer o desempenho, onde ficou na lanterna do Grupo 06, na primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, com apenas dois pontos conquistados. Para que os tempos áureos regressem, o clube está intensificando os trabalhos visando a 43ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior no começo do ano que vem.

Na montagem do elenco que participará desta competição, estarão atletas que disputaram a Segunda Divisão e que tem idade, no caso dos zagueiros Léo e Guilherme e dos meias Ronaldo e Ed, que são as apostas da comissão técnica.

Túlio Tangione, que comandou o Nacional, voltou para a função de gerente de futebol e comentou o planejamento. “Estamos com bons jogadores no plantel, mais alguns que vieram de Campo Grande (MS) a pedido do nosso treinador, creio que faremos uma boa campanha na Copinha”, ressaltou.

O Nacional está no Grupo T ao lado do atual vice-campeão Bahia, Caxias (RS) e Americana. “São adversários qualificados, não será fácil conseguirmos a classificação, por isso a preparação tem que ser à longo prazo”, explicou Tangione.

O comando do time da Capital Paulista ficará por conta de Paulo Tognini. “Conhece muito de futebol, trabalha bem com novos talentos e sabe que 80% deste grupo de jogadores aparecerão no elenco profissional”, finalizou o gerente de futebol.

Fonte: http://www.futebolpaulista.com.br/info_texto.php?cod=53940

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Matéria de 1988 sobre o Nacional na Revista Placar

Fala, pessoal!

Estamos um tanto quanto ausentes aqui do Blog do Nacional, mas também com a eliminação da equipe em todas as competições de 2011 fica complicado. Enquanto organizo matérias históricas sobre o clube, reproduzo aqui uma matéria feita com a equipe nacionalina na revista Placar no começo de 1988. Agradeço muito ao Matheus Trunk, que transcreveu a matéria para o mundo digital.

TRENZINHO DE GLÓRIAS

Campeão da Taça São Paulo de Juniores, o ex-clube dos ferroviários paulistanos sonha reviver seus velhos tempos

Por Mário Sérgio Venditti

Campeão da 19º Taça São Paulo de Futebol Júnior, conquistada no último dia 25, o Nacional conseguiu voltar ás manchetes. Afinal, a valente equipe da Comendador Souza – uma simpática ruela que termina bem em frente aos portões de sua sede, no bairro paulistano da Água Branca – desde 1972 não conquistava um título importante, justamente o da Taça São Paulo daquele ano.

Na época, comentou-se que na zebrinha entrara em ação. Poucos acreditavam que o time do goleiro Tonho e do ponta-esquerda Toninho Vanusa teria chances diante do Internacional de Falcão, Batista e Caçapava. Entretanto, os tempos são outros e o Nacional, comandado pelo atacante Mil – que terminou artilheiro do certame com sete gols -, respira novos ares.

Encerrado o ciclo de estagnação, o próximo passo é reconduzir o time principal à Primeira Divisão do Paulista, da qual despencou em 1959 e nunca mais subiu.

Seu retorno esteve bem próximo no ano passado, durante a disputa da Intermediária. Em partida decisiva contra o São José, dia 29 de novembro, no Canindé, em São Paulo, o empate deixaria o Nacional numa posição privilegiada. Um pênalti muito contestado, porém, deu a vitória ao São José e iniciou um qüiproquó entre os jogadores do Nacional, dispostos a agredir o juiz José Carlos Gomes do Nascimento. Com a derrota, o time irá amargar mais um ano longe da Primeira Divisão.

FUTURO DE CRAQUE- “Temos estrutura para disputar o Paulistão”, proclama o presidente Aírton Santiago. Ao assumir o cargo, em 1983, ele prometeu ampliar o quadro de associados. Hoje, numa área de 102.000 metros quadrados, cerca de 50 000 pessoas dão o ar colorido e festivo ao velho clube, cuja renda mensal de 5 milhões de cruzados cobre a folha de pagamento de 120 funcionários e dos 22 jogadores profissionais. “Era preciso sacudir o Nacional”, proclama o presidente Santiago.

É no velho campo do Estádio Nicolau Alayon, com capacidade para 15 000 torcedores, contudo que o clima de renovação pode ser presenciado. Ali, 250 garotos treinam vislumbrando um futuro de craque. Trabalho que faz parte da rotina da recém-criada escolinha Alfredo Ramos, em homenagem ao técnico do time titular. Ex- jogador do Santos, São Paulo e Corinthians, Alfredo chegou ao Nacional em 1961. Permanece até hoje com umas idas e vindas. “Aqui não existe política nem barganha”, garante. “Por isso se trabalha mais”.

Disciplinador, Alfredo surpreende a equipe aplicando normas nada convencionais. Com ele, jogador suspenso por levar o terceiro cartão amarelo não tem refresco: treina e acompanha a delegação. “Já vi muita gente forçar a expulsão para participar de churrascada”, afirma.

Se o treinador se tornou patrimônio do clube, o administrador Aureliano Santiago, 74 anos, é uma de suas lendas vivas. Pai do presidente Aírton, o velho Santiago é sócio desde 1927. Jamais pleiteou cargo na diretoria. “Isso aqui é espeto”, ensina.

Sua mesa de trabalho confirma. Atulhado de papéis, documentos e carteirinhas de associados, o administrador vem recebendo nos últimos tempos o auxílio da informática. “Tínhamos de modernizar os nossos serviços”, explica.

Os mais antigos frequentadores do Nacional – cientes que a modernização é sinal dos tempos – olham para trás com nostalgia. Do passado, restou apenas o velho vagão de madeira fincado no gramado do clube. Um símbolo histórico que remonta ao ano de 1903. Naquela data, um grupo de ferroviários da São Paulo Railway – companhia inglesa que operava a estrada de ferro ligando Santos a Jundiaí – resolveu fundar um clube. À luz de lampião, nascia o São Paulo Railway Foot-Ball Club, popularmente conhecido por SPR.

MAIOR PATRIMÔNIO- Com a Primeira Guerra Mundial, suas atividades permaneceram interrompidas até 1919. Ao retomá-las, o fez com o Atlético Clube inserido na sigla. Dessa época, o Nacional alimenta uma polêmica mantida até os dias atuais. “A data exata de fundação do clube é 1903”, sentencia o presidente Aureliano Santiago. Para provar, ele recorre a um antigo recibo registrando a taxa de manutenção de um sócio.

De qualquer modo, o grande momento para a vida do clube foi a doação pelo inglês Arthur Owen – superintendente da São Paulo Railway – da área onde seria erguido o Estádio Nicolau Alayon, construído em 1937, até hoje seu maior patrimônio.

Em 1946, com a empresa inglesa encampada pela Estrada de Ferro Santos a Jundiaí, a diretoria do clube decidiu optar pela mudança do nome. Em novembro daquele ano, num plebiscito organizado pelo diretor Arnaldo de Paula, surgia o Nacional Atlético Clube. Como homenagem, manteve as cores da bandeira inglesa: azul, branca e vermelha. “Estreamos o novo uniforme no segundo tempo do jogo contra o Flamengo, no Pacaembu”, recorda o velho Santiago. “Apanhamos de 4 a 2”.

COQUELUCHE DA ÉPOCA- Foi vestindo a camisa do Nacional que muitos jogadores trilharam o caminho da fama – como o zagueiro Mário Travaglini e o atual técnico palmeirense Rubens Minelli. Ou deram contribuições antes de encerrar a carreira, como Chineisinho, Gino Orlando e Romeu Cambalhota. “Foi maravilhoso defender as cores do time”, orgulha-se Travaglini. “Mas a queda para a Segunda Divisão, em 1959, nem quero lembrar”.

Quem não experimentou tamanho dissabor foi Minelli, que em 1953 atuou como meia-esquerda na equipe. “Era a coqueluche da época”, lembra. “Todos queriam jogar em nosso estádio”.

São esses sentimentos que voltam a empolgar a torcida. Com a vitória de 3 X 0 sobre o América de São José do Rio Preto, os juniores reacenderam a chama de luta no time titular. Impulsionada pela pequena e valente torcida, a equipe está confiante no retorno à Primeira Divisão. Até lá, a promessa é treinar para ganhar. Afinal, à beira de completar trinta anos afastado dos principais embates do futebol paulista, a volta seria recebida como uma glória que não cabe em trem nenhum.

(Publicado originalmente na revista Placar em 5 de fevereiro de 1988)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

E 2011 já é passado...

É, pessoal...

Infelizmente o ano de 2011 já se foi embora para o glorioso Nacional Atlético Clube. A pífia campanha na Segundona Paulista merece ser lembrada nos próximos anos para um exemplo de como NÃO se deve planejar uma competição. Para completar, os campeonatos paulistas sub-15/sub-17 também foram malfadados, já que a equipe caiu ainda na primeira fase.

Uma pena que veremos em campo a equipe nacionalina profissional somente em maio de 2012. Uma pena... De qualquer forma, pretendo manter o Blog do Nacional com relatos históricos do time da Barra Funda. Pois se for esperar mais um jogo do time, o blog vai criar teia de aranha.

Abraços!

Fernando

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Em encontro de eliminados, Nacional e Mauaense jogam por dignidade

Sem nenhuma chance matemática de classificação no Campeonato Paulista da Segunda Divisão, Nacional e Mauaense se enfrentam neste domingo, às 10h no Estádio Nicolau Alayon, pela última rodada do Grupo 06. No time da capital será a primeira oportunidade para três atletas vindos das categorias de base. No lado visitante o intuito é pelo menos terminar na quinta posição e já pensar na próxima temporada.

Túlio Tangione, técnico do Nacional destacou os três jovens atletas que irá lançar nesta partida. “Como não temos nada a perder vou utilizar o Luiz Matheus, Eduardo e Lucas Esidio, que vão disputar a Copa São Paulo ano que vem, mas quero que eles ganhem experiência em um jogo profissional”, afirmou Tangione.

Para tentar sair da lanterna do Grupo 06, o Nacional terá três desfalques: o goleiro Pedro Júnior, que teve uma lesão no pé, o lateral-direito Murilo e o volante Pajé, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo. No esquema tático, o atacante Oliveira será recuado para armar o time, com isso Lucas Esidio será o atacante pela esquerda.

Também já eliminado, o Mauaense encara a partida diante do Nacional com o mesmo pensamento utilizado nos últimos jogos, como explica o treinador Souza. “É aquele mesmo pensamento dos últimos jogos, vamos terminar com dignidade, tentando mais um bom resultado”.

Para a partida o treinador deve realizar mudanças em sua equipe titular, como a entrada do zagueiro Bruno Fontes e do lateral-esquerdo Thiaguinho. A confirmação do time titular só deve acontecer momentos antes do início do jogo.

Ficha técnica

Nacional: Leandro; Luiz Matheus, Luiz Rogério, Léo e Paulinho; Eduardo, Jura e Oliveira; Bruno Silva, Eduardo Ungria e Lucas Esidio.
Técnico: Túlio Tangione.

Mauaense: Edson; Renan, Anderson, Bruno Fontes e Thiaguinho; Fabinho, Bruno Roque, Felipe Matheus e Juninho; Washington e Marcelo.
Técnico: Souza.

Árbitro: Daniel Carlos Luciano Fernandes;
Assistentes: Leandro Matos Feitosa e Vitor Salzani;
Quarto árbitro: Saulo Samuel Muniz Félix;
Local: Estádio Nicolau Alayon, em São Paulo;
Data: dia 31 (domingo), às 10h.

Fonte: Site da FPF (http://www.futebolpaulista.com.br/clube.php?cod=57&ref=4&txt=50616)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Post de Guarujá 3x2 Nacional já no ar no JP!

Pessoal,

O post do jogo Guarujá 3x2 Nacional já está no ar no JOGOS PERDIDOS. E no próximo domingo estaremos in loco acompanhando a despedida nacionalina na Segundona 2011.

Abraços,

Fernando

terça-feira, 19 de julho de 2011

Vitória é comemorada como título no Nacional, que quer fugir da lanterna

Depois de onze rodadas sem vencer no Campeonato Paulista da Segunda Divisão, finalmente o Nacional obteve o primeiro triunfo, diante do Palestra de São Bernardo, por 3 a 1, no último sábado. Isso virou motivo de alívio no elenco e na comissão técnica, que após a partida comemoram como se valesse um título. A meta agora é sair da lanterna nos dois jogos restantes: Guarujá fora de casa e Mauaense na capital.

Túlio Tangione, técnico do Nacional, destacou a atuação de seus comandados, principalmente do trio ofensivo formado por Bruno Silva, Eduardo e Oliveira. “O time foi muito bem, a movimentação dos três atacantes, que me impressionaram. O Eduardo fez como pedi o papel de referência, auxiliado pelo Bruno e o Oliveira de forma intensa nas pontas. Pena que reagimos tarde na competição”, afirmou Tangione.

O pensamento no Nacional mudou e o objetivo é sair da lanterna e passar o Palestra, terminando de forma honrosa a primeira fase. “Vamos nos preparar como nunca para estes jogos, ainda temos seis pontos em disputa e quero conquistá-los e fecharmos com uma boa perspectiva, olhando 2012”, analisou o comandante.

O time da capital volta a campo no próximo sábado, perante o Guarujá, fora de casa.

Obs: Matéria publicada no site da FPF (http://www.futebolpaulista.com.br/clube.php?cod=57&ref=4&txt=50163)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Depois de 272 dias, Nacional volta a vencer pela Segundona

Olá,

Mais um final de semana se foi e mais uma vez o JP esteve presente em sete partidas pelos mais diversos campeonatos. Eu iniciei a jornada do blog em mais uma peleja do Campeonato Paulista da Segunda Divisão no Estádio Nicolau Alayon. Nacional e Palestra jogariam pela 12ªrodada do Grupo 6 do certame, no que talvez poderia ser a última oportunidade de vitória ferroviária em 2011.

Saí não tão cedo de casa, e numa famosa "operação tartaruga" da CPTM, quase não chego a tempo das fotos oficiais da partida. Desci na Estação Água Branca faltando apenas 10 minutos para o começo do jogo, e após uma pequena correria, cheguei esbaforido nas dependências do estádio. Tudo para conseguie as imagens abaixo:



Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.



Palestra SB - São Bernardo do Campo/SP. Foto: Fernando Martinez.



O trio de arbitragem do jogo, composto por Adriano de Assis Miranda e os assistentes Fabrício Porfirio de Moura e Rodrigo Soares Aragão junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

Somando as 22 partidas das campanhas de Palestra e Nacional até então, as equipes somavam "apenas" 18 derrotas. No primeiro turno, os dois times se enfrentaram e a vitória foi palestrina. Naquela época, o astral dos paulistanos era o pior possível, enquanto o alvi-verde ainda fazia boas partidas. Mas no segundo turno a história é outra. O Nacional melhorou bastante, enquanto o Palestra piorou demais, mostrando um futebol abaixo da crítica.

Com isso imaginávamos que essa poderia ser a chance real de vitória do onze local. Em todos os anos de disputa de campeonatos paulistas, o time da capital bandeirante nunca terminou um certame sem vencer ao menos um só joguinho. Junto comigo, David, Rodrigo Colucci e Sérgio Oliveira esperavam que o favoritismo nacionalino se confirmasse.



Zaga do Palestra sofreu no primeiro tempo, com inesgotáveis ataques do Nacional. Foto: Fernando Martinez.

E confirmando nossas espectativas, o Nacional foi absolutamente superior ao Palestra ao longo de toda a primeira etapa. Aos 14 minutos, a pressão deu resultado e os locais tiraram o zero do marcador. Numa bola lançada em profundidade, Bruno entrou sozinho dentro da área e contou com a sorte, já que o goleiro do Palestra tocou na bola, mas no rebote ela voltou nos pés do jogador local, que tocou para o fundo das redes.



Exato momento em que Bruno tocava a bola para o fundo das redes do Palestra, fazendo o primeiro do dia. Foto: Fernando Martinez.

Sem dar chances ao onze visitante, o placar foi amplicado aos 20 minutos. O camisa 10 Oliveira fez uma bela jogada pela esquerda e cruzou na área. Dois zagueiros e o goleiro do Palestra falharam, e Edu Ungria tocou de cabeça para fazer o seu. Durante os minutos restantes da etapa inicial, o Nacional teve a chance de fazer ainda mais gols, mas perdeu muitas oportunidades. No intervalo, o placar apontava a vitória parcial de 2x0 para os paulistanos.



Momento do segundo gol do Nacional. Edu Ungria conseguiu tocar de cabeça, mesmo com três jogadores palestrinos no lance. Foto: Fernando Martinez.



Marcação firme do time do ABC em lance do primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

Para o segundo tempo, saí do campo de jogo e fui junto com os amigos presentes acompanhar o ataque dos donos da casa na lateral do gramado. Mas durante os primeiros 20 minutos, só deu Palestra. A equipe do ABC paulista voltou melhor e disposta a não levar mais uma derrota pra casa. Aos 7 minutos, o alvi-verde teve um pênalti a seu favor. Na cobrança, Tássio bateu firme e diminuiu.



Tássio marcou de pênalti para o Palestra, diminuindo o marcador no Nicolau Alayon. Foto: Fernando Martinez.



Ataque do Nacional pelo alto no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

Mas no meio do segundo tempo, o Nacional passou a ameaçar o gol adversário em rápidos contra-ataques. O goleiro palestrino fez boas defesas nesses lances, além de ver a bola bater nas suas traves por duas vezes. Num desses contra-ataques, os locais marcaram o terceiro gol, de novo com Edu Ungria, agora entrando pela direita e tocando por cima do arqueiro.



Exato momento em que Edu Ungria tocava pelo alto para fazer o terceiro gol do Nacional e decretar a primeira vitória em 2011. Foto: Fernando Martinez.

O alvi-verde sentiu o gol e não teve mais forças para buscar melhor sorte na peleja. Final de jogo: Nacional 3-1 Palestra. Ufa! A vitória foi muito comemoradam pois depois de 9 meses ou 272 dias, o time ferroviário voltou a vencer um jogo oficial (a última vitória foi contra a Santacruzense, em 16/10/10). Quem sabe isso não seja a volta da equipe para ao menos a disputa de um campeonato razoável em 2012.

Mas a vitória ainda não tirou o time paulistano da lanterna do Grupo 6. O Palestra ainda soma 4 pontos, contra 2 do Nacional, que perdeu 3 no TJD. Só que o time do ABC desencanou do campeonato, e esperamos que a equipe possa voltar aos seus melhores dias no ano que vem. Após o apito final ainda ficamos conversando com os amigos nacionalinos nas dependência do Nicolau Alayon.



Fernando, Carlinhos, Miguel, Colucci, David e Sérgio no final do jogo Nacional 3x1 Palestra. Foto: Um dos maqueiros do clube.

Todos ali dizem que em 2012 tudo será diferente, inclusive com a reestruturação de alguns setores do clube. Tomara que isso aconteça mesmo. Durante o papo, ficamos sabendo que um dos mascotes do estádio morreu faz pouco tempo. O cachorro Palhaço, que sempre estava junto com a cadelinha Neguinha, sofreu um ataque de outros cães numa das madrugadas passadas. Uma pena.

Demoramos para ir embora, e já com a noite chegando tomamos nosso rumo em direção ao trem, aonde todos seguiram para seus lares. Cheguei em casa ainda com tempo de ver o clássico Argentina x Uruguai e me preparar para a viagem no domingo cedo.

Até lá!

Fernando

Obs: Post originalmente publicado no Jogos Perdidos (jogosperdidos.zip.net)